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Colômbia: os jogos e o momento económico positivo

Maio 21, 2019 5:38 am by Casino Billions NZ
Decorreu em Bogotá (Colômbia), no passado mês de abril (dias 11 e 12), a Feira Americana de Jogos de Azar (FADJA), que vai já na sua 21.ª edição. A FADJA já assumiu um lugar de referência no panorama dos eventos sobre jogo da América Latina, sendo um dos mais importantes e relevantes. As maiores empresas internacionais do setor de desenvolvimento de jogos (slots machines online
, roleta, etc.) como a Novomatic, a Playtech ou a Luckia, estiveram aí presentes.

A conferência que aí decorreu abordou os principais desafios que se colocam à indústria dos casinos online na atualidade, nomeadamente a segurança informática e os modelos de marketing, com especial destaque para os programas de afiliados que estão a surgir em força. De acordo com José Aníbal Aguirre, fundador e CEO da empresa organizadora da FADJA (a 3ª Produciones), esta terá sido mesmo a maior FADJA de sempre.

A relevância da FADJA mediu-se também pela forma como todos os “players” colombianos relacionados com a indústria mostraram de forma evidente a sua presença na feira. O evento teve o “patrocínio” da Coljuegos, a empresa pública colombiana que detém o monopólio legal da exploração de jogos de azar. Em declarações ao portal Yogonet, o seu presidente, Juan Pérez Hidalgo, recordou que “este é o melhor momento para investir na Colômbia” e que “é fundamental promover o crescimento e a indústria”. Esta posição revela como o Estado colombiano se encontra, na atualidade, comprometido com o desenvolvimento dos jogos online, enquanto indústria de entretenimento e passível de gerar boas receitas para todos os players, incluindo para a administração fiscal do país.

Brasil: o grande ausente da FADJA 2019

O Brasil continua a ser o enorme ausente entre os países da FADJA; o maior país da América Latina, e o segundo mais populoso das Américas (só atrás dos Estados Unidos), continua a manter a proibição dos jogos de azar. Contudo, a imprensa especializada brasileira (os sites sobre jogos de azar) não deixou de estar presente, para acompanhar os desenvolvimentos e tentar, dessa forma, mostrar como os jogos de casino na internet podem constituir uma indústria normal e regulada.

O caso brasileiro apresenta contornos de exceção pelo facto dos jogos de azar terem sido, na globalidade, proibidos no país em 1946. As tímidas tentativas de liberalização posteriores não funcionaram. Porém, nos últimos anos, diversas mudanças reacenderam o debate.

A internet trouxe a possibilidade de jogar online, sendo hoje possível a qualquer cidadão brasileiro aceder aos grandes sites internacionais de jogos casino online, contornando legalmente a proibição legal (uma vez que a lei é omissa quanto ao acesso a sites estrangeiros). Além disso, as mudanças sociais trouxeram uma progressiva vontade de mudança, expressa no resultado de sondagens (“enquetes”, como se diz no país irmão) mostrando um maior apoio à ideia de liberalizar o jogo.

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Espera-se que a liberalização chegue finalmente durante o mandato do presidente Jair Bolsonaro. Teoricamente, Bolsonaro é contra os jogos de azar; contudo, avançou no sentido inverso relativamente às apostas desportivas, que se encontram em fase de regulamentação. Assim, é possível que o governo brasileiro, que procura conseguir mais receita fiscal sem pesar na economia, queira “abrir” uma nova indústria, até tomando a legislação portuguesa como exemplo. O cenário atual de desregulação torna-se arriscado para os jogadores online brasileiros, sem proteção eficaz contra operadores ilegais do seu país que atuem ao lado dos portais internacionais legais e de referência.